terça-feira, 28 de setembro de 2010

A vitória da democracia

Tânia Maria Acco é a nova diretora do Colégio Estadual do Paraná

Vitor Geron, com informações de Aniela Almeida na Gazeta do Povo

O resultado das eleições que definiram a nova diretoria do Colégio Estadual do Paraná (CEP) foi anunciado nesta segunda-feira (27), treze dias após a votação. A chapa Novos Tempos, encabeçada pela professora de Língua Portuguesa Tânia Maria Acco, venceu com mais de 70% dos votos. A ata com o resultado foi encaminhada ao governador Orlando Pessuti e o decreto nomeando a futura diretora deve ser publicado nesta terça-feira (28) no Diário Oficial.


A demora para a divulgação do resultado ocorreu porque a chapa Democratizando o CEP, liderada pelo professor de Matemática Enzo Aparecido de Souza, pediu a impugnação do pleito depois que Tânia concedeu uma entrevista a uma rádio da capital no dia da votação, conduta reprovada pelo edital. A comissão eleitoral entendeu que não houve problema porque ela não pediu votos e falou apenas da importância da democracia.

A posse da nova direção está prevista para as 19 horas de quarta-feira (29) no CEP. Tânia será a primeira diretora eleita após 46 anos sem votações diretas na instituição. Desde 1964, a direção do colégio era indicada pelo Executivo.

A nova diretora terá um mandato de um ano e três meses, até o fim de 2011, quando o pleito deve seguir o calendário das demais escolas estaduais, com um mandato de três anos. Tânia irá administrar um orçamento anual de mais de R$ 10 milhões.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Colégio Estadual em campanha

Ensino público Jornal Gazeta do Povo

Duas chapas disputam o pleito que escolherá a diretoria no dia 14. CEP tem orçamento anual de cerca de R$ 10 milhões

Publicado em 01/09/2010 | Tatiana Duarte


O maior colégio público do Paraná está em processo de eleição para escolha da direção. Será a primeira vez, desde 1964, que a comunidade escolar do Colégio Estadual do Paraná (CEP), composta por 4,5 mil pessoas, irá às urnas para decidir quem vai gerir o único colégio da rede estadual que tem autonomia administrativa e financeira, com um orçamento anual de cerca de R$ 10 milhões.

Até o dia 10, as duas chapas que concorrem para a direção do CEP estarão em campanha. Cada uma delas terá o direito de passar nas salas de aula e conversar durante 10 minutos com os alunos. A votação ocorre no dia 14, das 8 às 22 horas. Podem votar alunos com 16 anos de idade ou mais, pais de alunos com menos de 16 anos, professores e funcionários. Um debate entre os dois candidatos à direção do colégio está previsto para ser gravado na próxima sexta-feira, no programa Eureka, da TV Educativa. O programa deve ser transmitido durante o sábado e o domingo.

A chapa eleita deverá tomar posse em outubro e terá mandato de apenas um ano, quando um novo pleito será convocado. A presidente da Comissão Eleitoral do CEP, Josana Aparecida Franco Buschmann, explica que o mandato desta vez será mais curto. “No ano que vem nossa eleição ocorrerá junto com os outros colégios estaduais”, diz.


A diferença ocorre porque em junho, a Lei número 14.231/2003, que dispõe sobre o regime especial de gestão do colégio, foi modificada na Assembleia Legislativa e passou a permitir as eleições diretas para a escolha da direção. Desde 1964, o diretor e seus diretores auxiliares eram indicados pelo governador. Há três anos, um movimento de alunos, professores e funcionários pedia a realização de votação direta para a escolha de diretor. Professores que participaram da mobilização chegaram a ser afastados da instituição pela direção anterior.

Os candidatos

Cada chapa é formada por nomes que, se eleitos, irão ocupar os cargos de direção geral e três direções auxiliares. A chapa 1, “Demo­cratizando o CEP”, é encabeçada pelo professor de matemática e atual diretor auxiliar do turno da tarde, Enzo Aparecido de Souza. Já a chapa 2, “Novos Tempos”, tem como candidata à direção geral a professora de Língua Portuguesa e Literatura Tânia Maria Acco. Tânia atuou como diretora auxiliar da manhã entre os anos de 2003 e 2007.

Os dois candidatos propõem uma aproximação com a comunidade escolar e pretendem promover mais integração com o grêmio estudantil, entidade que representa os estudantes. Enzo pretende melhorar a qualidade de ensino oferecido pelo colégio. “Nosso ensino fundamental está em terceiro lugar no Paraná, mas queremos bons índices de aproveitamento em toda a escola”, diz. Para Tânia, além da qualidade de ensino, é preciso construir um novo projeto político pedagógico com a participação da comunidade. “A voz foi calada por muito tempo. A nossa gestão será coletiva, com a participação da comunidade nas decisões mais importantes”, diz.




Escola
Para STF, eleição é inconstitucional

O Supremo Tribunal Federal (STF) considera inconstitucional a eleição para diretores de escolas. Mais de sete ações de inconstitucionalidade (ADI) contra diferentes estados foram deferidas pelo Supremo. Uma delas é contra o estado do Paraná.

O STF entende que há incompatibilidade entre o artigo 37 da Constituição Federal, que dispõe sobre o funcionalismo público, e as legislações estaduais ou municipais, que dispõem sobre a escolha do diretor escolar. No entendimento do Tribunal, este é um cargo em comissão que deve ser provido por indicação do chefe do Executivo ou por concurso público.

De acordo com o doutor em Educação e coordenador do Pro­grama de Pós-Graduação em Edu­cação da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Ângelo Ricardo de Souza, o imbróglio jurídico não impede a prática de eleição para diretor de escola nas redes públicas de alguns estados e municípios. “Na verdade, o chefe do Executivo abre mão de indicar e se compro­mete com a população em consultar a comunidade. A eleição oficialmente não existe. É uma consulta pública”, afirma.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Definida data das eleições

Eleições para Direção no Colégio Estadual do Paraná





O Governador Orlando Pessuti sancionou no dia 06 de julho passado a lei que permite a consulta à comunidade escolar para a indicação da nova direção do Colégio Estadual do Paraná.
O processo para eleições de diretores nas escolas da rede estadual já ocorre em outros Estabelecimentos a cada três anos e podem votar professores, funcionários, pais ou responsáveis pelos alunos menores de 16 anos e estudantes com 16 anos completos até a data da consulta.
De acordo com a Chefe do Núcleo Regional de Educação de Curitiba, Profa. Sheila Marize de Toledo Pereira, que responde pela direção do CEP, o processo de escolha acontecerá no dia 14/09/2010. Há duas chapas inscritas: uma da situação e outra da oposição aos desmandos da gestão anterior. Vamos aguardar...

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Finalmente!!!

Notícia (portal da ALEP)
30/06/2010 16:22 - APROVADO PROJETO QUE DEFINE A ELEIÇÃO DIRETA PARA DIRETORES DA REDE DE ENSINO DO PARANÁ



Os deputados aprovaram nesta quarta-feira (30), o Projeto de Lei nº 229/2010, do Executivo dando nova redação ao Inciso 1º, do Artigo 1º, da Lei nº 14.231/2003, que define critérios de escolha, mediante voto da comunidade, dos diretores e diretores auxiliares da rede de educação básica do Paraná.


Segundo o texto do anteprojeto, a medida visa estabelecer, em toda a rede pública de ensino paranaense, a democracia plena, em que todos podem se manifestar através do voto direto para a escolha de seus dirigentes.


A alteração na lei citada não abrange os estabelecimentos de ensino em regime especiais com convênios celebrados com a Secretaria de Estado da Educação e que funcionam em prédios privados, cedidos ou alocados de instituições religiosas, bem como os da Polícia Militar.


No caso do Colégio Estadual do Paraná, a primeira eleição direta para a escolha do diretor deverá ser realizada em até sessenta dias após a publicação da Lei no Diário Oficial do Estado (DOE). Caberá a secretaria de Estado da Educação regulamentar as ações que se fizerem necessárias para o cumprimento da Lei.


Conforme determina o Regimento Interno da Assembleia Legislativa, o projeto segue para o governador Orlando Pessuti (PMDB) para sanção.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Projeto de lei 229/2010 aprovado na CCJ

Blog do Fábio Campana (www.fabiocampana.com.br)

CCJ aprova eleição direta no Colégio Estadual

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa aprovou ,nesta terça-feira (8), o projeto de lei encaminhado pelo governo que altera o regime de escolha da direção do Colégio Estadual do Paraná (CEP). A matéria, que ainda precisa passar por uma votação de três turnos no Plenário da Casa, prevê a realização de eleição direta, processo que inclui toda a comunidade escolar.

Este é o segundo projeto que a CCJ aprova com o intuíto de restabelecer a democracia no CEP. O primeiro, de autoria do então deputado Mauro Moraes (PSDB), também teve sua constitucionalidade aprovada pela comissão, restando apenas sua inclusão na pauta de votação.

Moraes cobrou insistentemente da Mesa Diretora da Casa a discussão do projeto no Plenário, mas não obteve retorno. “Espero que o projeto encaminhado pelo governo seja colocado em discussão”, comentou Moraes.

Tanto o projeto apresentado por Moraes quanto o do governo foram considerados constitucionais. O regimento interno da AL prevê que em caso de matérias similares, como ocorre nas duas propostas de implantação da eleição direta no CEP, seja feito um compilamento dos dois textos para a elaboração de um substitutivo geral.

A CCJ também recebeu um segundo projeto que trata da criação de uma delegacia de combate a crimes de racismo. O primeiro, elaborado por Moraes, ainda não foi analisado pela comissão. Recentemente, o deputado Péricles de Mello (PT) apresentou proposta idêntica. “A CCJ não pode ignorar a existência de projetos que tratam sobre o mesmo assunto sem ao menos redigir um substituto geral”, comentou Moraes.
Quarta-feira, 9 de Junho de 2010 – 11:46 hs.

Comentários:

THianny
Quarta-feira, 9 de Junho de 2010 – 12:30 hs

Esperamos que agora a AL mantenha a votação até o fim do processo, porque em 2008 também aprovaram na CCJ e ficou nisso. RECADO pra MAURO MORAES : O CEP não esqueceu que o SR retirou o projeto em 2009. Agora o projeto é do PESSUTI,Obrigada Pessuti , assim que teve oportunidade de fazer, fez!!! PARABÈNS AOS QUE LUTARAM NO CEP!!!



Rubens Tavares
Quarta-feira, 9 de Junho de 2010 – 14:06 hs

um primeiro passo foi dado, para a efetivação da democracia no maior colégio estadual do Paraná, que nos últimos treis anos passsou por uma gestão, que não deixa saudades nenhuma, apenas será lembrada como exemplo que entre a teoria e a prática existem as mediações, que sua gestão foi marcada, pela repressão, persequição aos que pensam diferente, cortando cabeças , mas acabou como na canção “Um rei mal coroado,Não queria O amor em seu reinado Pois sabia Não ia ser amado O rei velho e cansado já morria Perdido em seu reinado” apenas sendo bajulado pelos seus puxa-sacos. as diretas sem dúvida são um caminho para que todos da comunidade escolar possam decidir, opinar, questionar, participar, componentes fundamentais para o exercicio da cidadania e o aperfeiçoamento da democracia. espero que o ex-secretário, e o ex governador, que tanto jogaram contra as diretas um dia tenham a humildade de fazer a sua “mea culpa”, parabéns a CCJ e todos aqueles que nunca desistiram da luta, podem ter certeza que os que lutam toda a vida são os imprescindiveis, a companheira da quimica, os companheiros da história, da geografia, da lingua portuguesa, da biblioteca, aos funcionários, aos que deixaram o Estado, a companheira do pão de queijo, e a todos que sempre serão lembrados, viva a democrácia, a liberdade, Diretas Já no Colégio Estadual do Paraná.





6.
Antônio Santos
Quarta-feira, 9 de Junho de 2010 – 14:17 hs

ESSE GOVERNO MESMO NAS MÃOS DE OUTROS CONTINUA UMA PIADA, AGORA ROUBAM ATÉ PROJETOS QUE ENCONTRAVAM-SE ENGAVETADOS, TIREI ESTA MATÉRIA DO PRÓPRIO SITE DA ALEP, VEJAM:
Notícia
20/11/2008 14:29 – DEPUTADO MAURO MORAES (PMDB)
O Colégio Estadual do Paraná (CEP) promoveu nesta quinta-feira um plebiscito para consultar a comunidade escolar sobre a possibilidade da realização de eleição direta para a escolha da direção da escola, atualmente composta por indicação da Secretaria Estadual da Educação. O resultado da consulta popular será entregue ao deputado Mauro Moraes (PMDB), autor da lei que altera o atual regime de escolha dos diretores do CEP.

A falta da participação de alunos, pais e professores nas decisões relacionadas à administração da instituição tem provocado seguidas manifestações. A maioria da comunidade escolar cobra o fim do regime especial criado ainda em 1964 e a instituição de uma eleição direta. O projeto que prevê essa alteração, no entanto, permanece “engavetado” na Assembléia Legislativa.

Segundo o autor da lei, é evidente que a maioria da comunidade escolar tem interesse na eleição direta, por isso já marcou com o presidente da Casa, deputado Nelson Justus (DEM), uma reunião com os integrantes do Comitê Diretas Já e com o Grêmio Estudantil do CEP, organizadores da consulta popular, para discutir uma data para a inclusão da matéria na pauta de votações. Moraes acredita que, devido ao número de votos favoráveis às eleições diretas, é possível que a matéria seja discutida em plenário na próxima semana. “É importante que a votação seja concluída antes do recesso parlamentar, em meados de dezembro”, pontuou.

Mauro comentou ainda que o objetivo da lei não é desafiar a atual direção, mas instituir um regime democrático. “A atual direção não foi legitimamente escolhida pelo colégio, mas imposta por um regime que exclui alunos, pais e professores”, comentou.




Só para lembrar
Quarta-feira, 9 de Junho de 2010 – 14:55 hs

Blog do Fábio Campana 21/11/2008

Plebiscito do Colégio Estadual: 88,3% querem eleições diretas

Ora, pois, deu-se o que todos esperavam. No plebiscito do Colégio Estadual, 88,3% demonstraram que desejam eleições diretas para os cargos de direção. Apenas 11,67% optaram pelo não. É a reação inequívoca de toda a comunidade que envolve professores, pedagogos, funcionários, pais e alunos à direção de Madselva Feiges.



11.
PAULO
Quarta-feira, 9 de Junho de 2010 – 15:01 hs

O QUE INTERESSA É QUE O EX-CORONEL DO CANGUIRI LEVOU MAIS UM TAPA NA CARA!!!!! O FEUDO ESTÁ DESMORONANDO DIA-A-DIA!!!



12.
Ricardo
Quarta-feira, 9 de Junho de 2010 – 15:22 hs

E a Madselva? Tadinha dela. Lutou tanto pela ditadura e morreu na praia, a exemplo de seu chefe Requion.




15.
preguiça
Quarta-feira, 9 de Junho de 2010 – 16:54 hs

Não é devido ao projeto do Mauro Moraes que vai ter eleição direta lá e sim por uma luta histórica da comunidade, estudantes e professorado. Na década de 80, aliás, o senhor Mauro Moraes financiava os líderes estudantís mais reácionários e pelegos que existiam no Colégio.


16.
Antonio W
Quarta-feira, 9 de Junho de 2010 – 18:54 hs

Não custa lembrar a célebre frase: “A derrota é órfã, mas a vitória tem muitos pais. Caso realmente aconteçam as eleições, louros e louras para as valentes professoras e os valentes professores do CEP. São quem efetivamente merecem elogios.


17.
gui
Quarta-feira, 9 de Junho de 2010 – 19:22 hs

Fico feliz por ter participado de toda a luta em 2007 contra os atos ditatoriais que reinavam na gestão da Profª Madselva.

O passo foi dado, vamos rumo a DEMOCRACIA no maios Colégio do Estado do Paraná


18.
Joelcio
Quarta-feira, 9 de Junho de 2010 – 19:36 hs

Devemos uma coisa à Madselva: sua gestão foi tão ruim, mas tão ruim que conseguimos mais esse passo em busca de um processo democrático participativo historicamente desejado.
Resta torcer para que nesse projeto, cujo teor poucos conhecem, não exista nada que tire do CEP outras conquistas garantidas na lei que se pretende alterar.
De qualquer forma a intenção é boa e que a comunidade saiba aproveitar essa chance para não colocar na direção nenhum dos antigos puxa sacos sem caráter que deram sobrevida à Madselva no CEP.




Profª Malu Rocha
Quinta-feira, 10 de Junho de 2010 – 9:15 hs

Esperamos que os nobres deputados considerem o resultado do plebiscito realizado em 2008 no Colégio Estadual do Paraná, depois de o projeto de lei ser apreciado na CCJ, naquele ano. O resultado da consulta à comunidade escolar: 88,3% desejam as eleições diretas na escola. Apesar disso, mesmo aprovado na CCJ, o projeto nunca foi levado ao plenário.
Na última terça feira, tomamos conhecimento, através de um deputado, de que há um abaixo-assinado sendo entregue em alguns gabinetes, com assinatura de 20 professores(menos de 1% dos professores do CEP), contrários à eleição. Quem são eles? Por que não se manifestam nas reuniões feitas na escola? Por que agem na surdina? Que tipo de interesse eles defendem?
Esperamos sinceramente que os deputados estejam atentos aos interesses da comunidade escolar e não aos deste grupo que, até o momento, para a comunidade escolar em nome da qual diz falar, nem rosto tem.


24.

Quinta-feira, 10 de Junho de 2010 – 10:08 hs

o que um não faz, o vice faz.


25.

Zé da esquina<
Quinta-feira, 10 de Junho de 2010 – 15:16 hs

A democracia está a caminho. Nunca fiz parte da comunidade escolar do colégio estadual, mas sempre estive observando a atuação desses jovens, que não desistiram em momento algum de lutar pelo que acreditam.
Mas, Mauro Moraes? Faça-me o favor, 3 comentários com intervalo de 4 a 1 minuto (s)? Iguais? Aham, sei. Mauro Moraes só estava fazendo figura, em momento algum pensou em realmente ajudar a comunidade escolar do cep, principalmente pq na época estava na base do governo, o que confirma a idéia. Uma vez que o então governador requião nunca criticou as atitudes do deputado, muito pelo contrário, tudo estava planejado.

sábado, 22 de maio de 2010

O retorno da Primavera

Amigos do Movimento Pró-Democracia
Fizemos algumas reuniões com o Grêmio, com o pessoal do atual movimento e falamos informalmente com um membro da Direção Geral. Os bons ventos voltaram. A união entre os estudantes, tanto ex-alunos como alunos, mostra-se presente. O Movimento e o Grêmio Estudantil são parceiros nesta nova jornada, com a função de auxiliar, conscientizar e esclarecer os alunos sobre a importância do Voto. Você que lutou pela Democracia dentro do Colégio nos anos anteriores chegou a hora de concretizá-la, fazer valer o suor e as lágrimas que escorreram no passado. Nossa reunião geral ainda não foi marcada. Um dos motivos foi a falta de espaço dentro da escola, mas tudo indica que teremos uma reunião lá, e provavelmente neste mês ainda. Pedimos desculpas pela falta de informações, ou pela demora...Estamos quase lá, na reunião geral do Movimento passaremos mais informações, até lá aviso todos do local, dia e horário do encontro.
www.democraciacep.blogspot.com

terça-feira, 11 de maio de 2010

Colégio Estadual do Paraná terá eleições diretas

Novo diretor deverá ser escolhido até o fim do mês de junho. Projeto de lei será enviado à Assembleia Legislativa para alterar a legislação atual que regulamenta o pleito no colégio

10/05/2010 | 20:35 | Gazeta do Povo

O Colégio Estadual Paraná (CEP) vai escolher o novo diretor por meio de votação. A realização de eleições diretas no maior colégio público do estado foi anunciada, no fim da tarde desta segunda-feira (10), pelo governador Orlando Pessuti (PMDB) depois de reunião realizada com uma comissão do Grêmio Estudantil da instituição.

A regulamentação atual, prevista na lei nº. 14.231/2003, determina que os diretores do CEP sejam indicados pelo governo estadual. “Ainda esta semana, enviaremos um projeto de lei à Assembléia Legislativa alterando a legislação para que o CEP possa eleger seu novo diretor ou diretora”, disse o governador em entrevista à Agência Estadual de Notícias (AEN) – órgão oficial do governo. Pessuti afirmou que o pleito no colégio deve acontecer até o fim do mês de junho.


Segundo a secretária estadual da Educação, Yvelise Arco-Verde, a realização de eleições diretas nas escolas públicas é um dos indicativos da Conferência Nacional de Educação, realizada em Brasília no final do mês de março.

Novo comando

No último dia 3, a diretora Maria Madselva Ferreira Feiges entregou o cargo. Ela dirigia o colégio desde 2007. Uma comissão - formada por pessoas do Núcleo Regional de Educação e do CEP – assumiu a gestão coletiva da instituição.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Vídeos

http://www.youtube.com/watch?v=I3aW8c5cTEM

http://www.youtube.com/watch?v=LoCzUXUbrPY

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Finalmente!!!

Apenas troca de diretora não elimina tensão no Colégio Estadual
Terça-feira, 4 de Maio de 2010 – 11:23 hs Blog do Fábio Campana


O Colégio Estado do Paraná (CEP) está sob nova direção. Maria Madselva Ferreira Feiges entregou o cargo nesta segunda-feira (3). Em seu lugar assume a professora Sheila Toledo Pereira, chefe do Núcleo Regional de Educação, órgão ao qual o CEP é vinculado.

Atualmente, a diretoria da instituição é composta conforme indicação da Secretaria de Educação, processo que exclui alunos, professores e demais funcionários do colégio. “Para corrigir essa injustiça é preciso restabeler as eleições diretas no CEP”, defendeu Mauro Moraes, autor da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) em trâmite na Assembleia Legislativa que prevê a inclusão da comunidade escolar no processo de escolha dos diretores através da realização de eleições.

A PEC já tramitou por todas as comissões competentes da Casa, restando apenas sua discussão no Plenário. “A troca de diretores ainda não resolve a tensão provocada pela falta de democracia no processo de escolha. É preciso que seja aprovada o quanto antes a PEC que estalebele a eleição direta”, defendeu.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Somos muitos...

Aos Companheiros de Utopias e Esperanças.

O presente momento porque passamos é muito importante, a continuidade e o fortalecimento da Democracia que se expressa nas eleições de governadores e do Presidente da República, vai consolidando a via democrática como a única via possível de aperfeiçoamento dos instrumentos de consulta popular e que aos poucos vão abrindo-se espaços maiores de participação dos movimentos sociais organizados que se fortalecem exatamente quando se tem assegurado esses processos e a sua continuidade ininterrupta. Condições básicas para que possamos pensar uma Sociedade, onde o lucro não seja o seu cerne e nem os privilégios de classe sejam os diferenciais que representem essa Sociedade.
Mais devemos caminhar fortalecendo as decisões da sociedade civil organizada diminuindo os poderes do Estado, e aumentando os poderes populares, através do resgate das formas de democracia direta e indireta. Sendo o centro das decisões sempre à vontade e o desejo do povo que se expresse nas propostas de mudanças surgidas nesses fóruns populares ajudando a construir, uma Sociedade Democrática, Republicana que garanta uma boa educação, saúde, moradia, lazer, emprego, para todos os brasileiros independentes de sua condição social, política econômica de gênero e de cor.
Mas infelizmente o Colégio Estadual do Paraná mais uma vez estará apenas assistindo essa imensa festa democrática, pois exatamente no maior colégio público do Estado do Paraná, a direção é indicada indo na contramão da história recente do pais que saiu de um longo processo de negação da participação popular sob os auspícios da ditadura civil militar que usurpou o poder derrubando de forma violenta o governo de João Goulart legitimamente eleito, estabelecendo uma longa noite de terror e medo, casando mandatos intervindo em sindicatos, negando direitos essenciais do cidadão, violando a Constituição, usando a tortura, e o “desaparecimento” de presos de consciência para intimidar os movimentos de resistência, admitindo apenas o bipartidarismo, negando o pluralismo. Com essas medidas impedia o rodízio dos que se encontram no poder que é sempre salutar para o exercício democrático entre a “oposição e a “situação”.
Então espero que o novo governo que assume tenha como meta educacional restabelecer o ambiente democrático no maior colégio estadual do Paraná, o “velho” CEP de lutas, por seus corredores passaram várias gerações que não se calaram diante de arbítrios de governos e que tantos estudantes formou com seus sonhos e esperanças da construção de um Mundo melhor e de um Brasil onde todos possam sonhar todos os dias.
E para que o ambiente democrático se estabeleça faz se necessário que a direção geral bem como os demais cargos que representem uma comunidade de cidadãos seja escolhidos de forma direta livre, respeitando a vontade geral. Para contribuir para o avanço da democracia no CEP o novo governo poderia estabelecer uma consulta à comunidade escolar do CEP mediante a composição de uma lista tríplice e que o mais votado encabece a lista ficando o governo no compromisso de escolher o primeiro nome da lista.
A formação de uma comissão eleitoral composta paritariamente entre os membros da comunidade escolar do CEP escolhida de forma direta, que terá atribuições de formular os critérios e as normas para a realização das eleições diretas, e dissolvendo-se após a elaboração destes. E de uma comissão para rever e adequar o estatuto escolar a realidade presente.
E também ressaltar que a simples eleição é o primeiro passo, seguido do retorno as coordenações de área também eleitas de forma direta com consulta a seus pares, a mudança de costumes e mentalidade em relação aos estudantes percebendo-os em suas múltiplas imagens, e para isto faz-se necessário uma nova linguagem que supere a usada representada nos famosos “rádios transmissores” e seus “positivo operante”, “na escuta”, uma nova abordagem pelos “inspetores de corredor” que antes de tudo estão para ajudar no processo educativo e não ao contrário. E isto necessariamente é pensar a escola não mais como um modelo fordista, taylorista de controle de tempo e produção em serie, pois simplesmente o livro ponto e suas aferições não garantem de maneira nenhuma uma boa educação.
As salas precisam ser vistas como espaços de aprendizagem, discussão e interação entre o sujeito que apreende e o sujeito que educa numa troca constate de conhecimentos e não como celas, que quando os alunos põem a cabeça fora delas podem ser “cortadas”.
A diminuição da burocracia, pois a burocracia deve servir ao processo de ensino aprendizagem e não ao contrário.
A hora atividade é exclusivamente como espaço do professor para o seu aprimoramento intelectual e atividades de sua profissão.
Maiores atividades culturais, como o maior uso do teatro, dos esportes, da música como peças importantes na formação integral do professor e do aluno, como a semana cultural que seja uma semana cultural que envolva alunos, professores, funcionários e o setor pedagógico e que expresse o que se produz no CEP.
A formação do conselho consultivo que seja composto por professores das diversas áreas do conhecimento indicados pelos seus pares, por estudantes representados pelas suas entidades, como o grêmio estudantil e a Comissão de representantes de turma CRT, pelos funcionários e seus pares, pelos pedagogos e seus pares, na proporção de um representante por categoria e seu suplente. A função do conselho consultivo é ajudar a direção a diminuir as tensões, traçar estratégias de melhorias no convívio escolar, propor soluções pedagógicas, e auxiliar a resolver problemas surgidos ao longo do ano letivo e democratizar as decisões, possibilitando ampliar o debate para um conjunto maior da comunidade escolar do CEP. É consultivo porque a direção somente o convocara se achar necessário compartilhar as soluções propostas, não retirando de maneira nenhuma a função do conselho escolar, é a ampliação da democracia e não a sua restrição.
A informatização das planilhas de notas, a simplificação do livro de chamada, e a restrição cada vez mais do excesso do uso do papel, hoje possuímos outras mídias que podem ser usadas no cotidiano escolar, substituindo esses ‘velhos conceitos “contribuindo com isto para um melhor aproveitamento do tempo escolar, bem como contribuindo de forma direta para a questão ambiental, de menos papel mais arvores e menos custo para o contribuinte.
O retorno do CEP como espaço de formação de nível médio, com isto se adequando a proposta do “ensino médio inovador” que prevê a escola de período integral, dessa maneira a proposta seria implementada com maior rapidez, uma vez que sendo somente de formação de nível médio facilitaria a sua implantação.
No paisagismo uma solução para o chafariz, que deve ser reformado e que venha embelezar a porta de entrada do CEP, como sempre foi a sua função, para isto ocorra como foi afirmado anteriormente tem que se mudar a mentalidade de perceber os alunos, “se deitam na grama” asfalte-a, se “pulam no chafariz” esgote-o, “soluções” de quem não tem solução.
A imediata solução para os professores processados, que foram processados por emitirem suas opiniões, o que em outros tempos seriam considerados “presos de consciência”, sendo a direção a principal responsável por esses processos absurdos e fora de seu tempo.
Que o grêmio estudantil decida com seus pares a melhor maneira de se organizar rompendo com a tutela que lhes é imposta, como por exemplo, criando critérios de participação no grêmio como, nota, disciplina, quem deve criar os critérios são os estudantes e não a direção, professores, pedagogos.
O jornal do grêmio deve ser do grêmio e não deve passar por censor nenhum, como a radio intervalo deve ter a sua programação feita pelos estudantes.
Que a biblioteca seja utilizada plenamente, respeitando o seu horário de inicio e o horário de fechamento, que os alunos possam freqüentá-la independente do seu turno, e aberta inclusive a ex-alunos e a comunidade do CEP.
A implementação da gestão democrática de fato e não a sua caricatura como é nesse momento.
Espero que o novo governo que assume assuma os compromissos esboçados acima e contribua enormemente para o restabelecimento das liberdades democráticas no CEP e deixe essa marca em sua gestão.

Rubens Tavares Professor História Colégio Estadual do Paraná

sábado, 3 de abril de 2010

A educação em oito anos de governo Requião

Gazeta do Povo
A educação em oito anos de governo Requião
Publicado em 28/03/2010 | Araci Asinelli Luz

Durante dias, fiquei me perguntando qual a marca do governo Requião na Educação? Que contribuição no presente pode ter impacto significativo na educação do futuro?
E procurei listar o que me veio à cabeça espontaneamente:
a criação do portal dia a dia educação, o programa de desenvolvimento educacional (PDE) para os professores, o concurso de acesso de professores ao quadro do magistério, o livro didático público, a mobilização em torno do plano de carreira do professor, a assinatura da lei que cria as equipes multiprofissionais nas unidades escolares do estado, a lei que autoriza o uso do nome social de gênero na matrícula e listas de chamada nas escolas, a criação da patrulha escolar, a criação do núcleo da diversidade dentre as equipes de trabalho ligadas à Secretaria de Estado da Educação, alguns avanços em termos de visibilidade às propostas de educação do campo, educação indígena, educação de jovens e adultos, educação especial, a entrega às escolas da TV pendrive.
Para um primeiro momento, parece-nos, quantitativamente, um bom quadro de realizações. No entanto, a análise crítica de seus significados e impacto na Educação do Paraná, mostram que “essência e aparência”, por aqui, ainda não se entendem. Isso porque, mais poderoso do que o fazer, está a sua intencionalidade. E, no Paraná, a intencionalidade não é a promoção de pessoas a um status de cidadania plena e sim marcar o governador como aquele que mais realiza e oferece benesses ao magistério do Paraná.
Argumento porque tenho uma filha e netos que estudam em escolas públicas, assim como, na qualidade de professora que atua na formação de professores e orienta professores PDE, oriento dissertações e teses que envolvem aspectos de cognição, aprendizagem e desenvolvimento humano, acompanho a realidade das escolas, seus modelos de gestão, a condição de trabalho de professores e professoras, as (des)motivações dos estudantes, o desinteresse dos pais, as dificuldades dos conselheiros tutelares em sua relação com as escolas, a missão quase impossível de pedagogos e educadores sociais em mediar o acesso, a permanência e a promoção de crianças portadoras de necessidades especiais, com altas habilidades e superdotação, bem como crianças e adolescentes que vivenciam situações de vulnerabilidade pessoal e social e que convivem em abrigos.
O que se vivencia é um alto investimento político, com baixo respaldo pedagógico. É a aparência mascarando a essência. Por exemplo, nas escolas estaduais em que acompanhei estágios, e foram muitas nesses oito anos, em nenhuma o livro didático público fazia parte do plano de trabalho sistemático do professor, sendo, inúmeras vezes, de total desconhecimento por parte dos estudantes. Da mesma forma, a chamada TV pendrive ou TV laranja, adquirida por processo duvidoso e alto faturamento, se por um lado pode ser um excelente recurso de apoio ao professor, sob a ótica da aprendizagem não cumpre seu papel, pois dada a estrutura das escolas públicas e o grande nº de estudantes por sala, sua visibilidade e baixa-eficácia faz com que seja sub-utilizada. Muitas se encontram danificadas e não foram previstos recursos para sua manutenção. Portanto, investimentos duvidosos em Curitiba e região metropolitana, embora possam ser eficientes em municípios de outras regiões.
A lei que cria as equipes multiprofissionais, de maio de 2006, até hoje não foi regulamentada e os Conselheiros tutelares já buscaram agendamento, sem sucesso, junto aos secretários de educação que atuaram nas duas gestões. A ausência dessa regulamentação dificulta a solução pacífica dos conflitos relacionais existentes na escola, propiciando que a escola se transforme em “caso de polícia” (patrulha escolar) em lugar de ser um local apropriado de educação.
Poderia citar impactos positivos para muitas das ações (criadas por obrigação do ofício e não como “favor” à população), se o modelo de gestão fosse outro, democrático em lugar de autoritário, solidário em lugar de egocêntrico, respeitoso em lugar de homofóbico, idôneo em lugar de desmoralizante, pacificador em lugar de beligerante, possibilitador em lugar de gerador de conflitos. Vide o que acontece com o uso da TV Educativa e os inúmeros projetos e programas em parceria com a sociedade que se perderam pelo fato de o Governador transferir para a Escola seus conflitos pessoais (exemplo, impedir que as escolas estaduais participem do projeto Ler e Pensar (da RPC) em função de sua briga pessoal com a imprensa que não se intimida frente seus desmandos. As escolas foram proibidas de assinar e receber a Gazeta do Povo, como ocorria anteriormente no governo Lerner).

Nesse sentido, não posso deixar de citar e enfatizar o traumático processo de degradação moral imposta aos professores, estudantes, familiares e demais profissionais não docentes que compõem o estafe escolar do Colégio Estadual do Paraná, com a indicação e manutenção de interventora incompetente e inadequada para gerenciar uma estrutura histórica de tal envergadura. O tempo mostrará o dano irreparável no processo de desenvolvimento humano de parte da juventude que foi obrigada a se calar e que hoje vive sob o “xale da intimidação” para poder se manter na escola. O Colégio Estadual do Paraná, orgulho de todos nós, já não é mais o mesmo. No entanto, a História nos tem ensinado que não há um tirano que um dia não tenha caído. Felizmente, esse dia está próximo e vale à pena esperar por ele.

Creio que de positivo, com mais possibilidades de acertos do que erros, em que pesem as distorções, posso citar o Portal da Educação, a manutenção das escolas especiais para atendimentos diferenciados evitando transferência traumática para a criança especial e, corrigidas distorções grosseiras atuais, o PDE para os professores. Fora isso, muito ônus e pouco bônus.
É também possível reconhecer um contingente enorme de pessoas tecnicamente competentes vinculadas às políticas de educação, capazes de “alçar vôos” por si próprios em lugar de se renderem aos apelos e favores políticos, passageiros e perversos para uma sociedade democrática em construção.
* * * * * *
Araci Asinelli Luz é Doutora em Educação Setor de Educação da UFPR.

A luta continua

A Democracia no Colégio Estadual do Paraná

Mais uma vez os estudantes foram fazer o abraça CEP, como protesto e
também como ato de amor ao “velho” CEP, pois querem ser ouvidos, ter
seus direitos respeitados, e fundamentalmente que a democracia se
estabeleça no CEP, ou melhor, que a gestão democrática se efetive,
saia do papel e do discurso vazio. Foi bonito, subiram no caminhão e
olhe como precisa de coragem para subir nele, fazer discursos se
emocionar, a aula foi na frente do CEP e que aula, de cidadania,
respeito, coragem, não é a mesma direção que fica cobrando dos jovens
uma atitude, ora desde que essa não seja uma atitude contra a minha
vontade, nesse caso são menores, manipulados, querem “matar” aula.
A cena foi ao mesmo tempo patética e bonita, patética ao ver todo o
“staff” presente, as inúmeras câmeras e filmadoras presentes, as
listas de identificação a esses que se prestaram a essa ações, a
filmar professores, alunos como maneira de intimidação, como fez o
diretor da noite que nem merece ser pronunciado quanto mais escrito
para esse o esquecimento, amnésia. E olhe que hoje passados 46 anos
de uma longa noite que se abateu sobre esse país, temos que ainda
presenciar tais cenas. Lembrar que presos nessa longa noite de
arbítrio desapareciam, outros eram torturados e outros roubados e
ofendidos em sua dignidade, que o decreto 477 amordaçava a educação,
mas não calava as vozes. Esses mesmos “professores” que um tempo antes
se diziam de “esquerda” soa patético, talvez sejam os cabo Anselmo
moderno em busca de mais cadáveres.
E a direção mais uma vez apostou no confronto que foi e é a sua marca
de gestão, discurso stalinista fora de seu tempo e lugar, apostou no
não dialogo, e mais uma vez saiu derrotada, em suas idéias e ações,
que triste momento para uma data tão simbólica. E pode ter certeza que
uma tempestade não dura para sempre, que a poesia ira romper o dia e o
sol nascera para que a noite se recolha e tenhamos esperanças de dias
melhores, e como diria Paulo, “distraídos venceremos”, parabéns aos
alunos, professores, funcionários que cada uma a sua maneira apóia a
luta por um CEP democrático, espaço de formação da cidadania, da ética
e fundamentalmente da formação política.

Rubens Tavares Professor História Colégio Estadual do Paraná

AbraçaCEP 2010

Se muito vale o já feito, mais vale o que será! O CEP está em luta novamente!

Depois de 3 anos de luta, dia 31 de Março (Data de afastamento do Governador Roberto Requião):


AbraçaCEP 2010!

Dia 31 de Março

7:10am

em frente a entrada principal do Colégio Estadual do Paraná


Por democracia, eleições diretas para diretor, Anistia, Ampla, Geral e Irrestrita para professores e funcionários processados ou afastados em 2007, liberdade de expressão e organização estudantil.



Apoio: APP-Sindicato, União Paranaense dos Estudantes Secundaristas (UPES), Assembléia Nacional dos Estudantes - Livre (ANEL), Centro Acadêmico Anísio Teixeira de Pedagogia (CAAT-UFPR), DCE-UFPR e SINDUTF-PR.



Realização: Movimento Pró-Democracia






Obs. Fazemos o convite para que os ex-alunos e ex-professores que estavam em 2007 a estarem no dia 31.

divulguem...

sábado, 5 de dezembro de 2009

Desdobramentos

Audiência judicial já foi designada para o dia 2 de fevereiro do ano que vem

04/12/09 às 11:21 | Redação Bem Paraná


Os pais do aluno agredido por funcionários do Colégio Estadual do Paraná no final do mês passado estiveram no Núcleo de Proteção da Criança e do Adolescente da Polícia Civil do Estado do Paraná (Nucria), onde foram ouvidos pela delegada de polícia Marici Mortagua. A audiência judicial já foi designada para o dia 2 de fevereiro de 2010 no Juizado Especial Criminal de Curitiba.

O advogado Elias Mattar Assad, que representa a família do adolescente agredido, declarou que "este caso judicial será muito importante para diferenciar definitivamente infração disciplinar de estudantes com ato infracional do Estatuto da Criança e do Adolescente. A confusão conceitual reinante tem gerado uma série de abusos contra menores". Prossegue o advogado: "a violência não é o melhor caminho nesta época onde venceram as descobertas de Freud, Adler, Claparèd e Piaget. Os agressores necessitam passar pela pedagogia do ECA e da Justiça".

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Truculência x educação


Gazeta do Povo on line
Vida e Cidadania Quinta-feira, 03/12/2009
Educação

Fim de ano marcado por tumultos no CEP
Episódio do estudante imobilizado na piscina é a mais recente confusão envolvendo alunos e a direção do Colégio Estadual do Paraná


Os pais do estudante agredido por dois diretores do Colégio Estadual do Paraná (CEP) à beira da piscina da escola, na última sexta-feira, estiveram ontem no Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente Vítimas de Crimes (Nucria), onde o garoto de 15 anos prestou depoimento. A cena, filmada pelos próprios alunos e colocada na internet, é a mais recente confusão em um ano marcado por incidentes dentro do colégio, como o episódio do vídeo de sexo feito em um banheiro e a polêmica na eleição para o grêmio estudantil.

Pais de alunos observam que há uma escalada de indisciplina no CEP, mas repudiam a violência como forma de conter esse comportamento. “Tem de haver ordem e limite, mas pelo que sabemos essa professora é hostilizada pela grande maioria dos alunos. Essa situação mostra que há algo de errado”, acredita Mônica Dantas, mãe de uma aluna, referindo-se à diretora do CEP, Maria Madselva Ferreira Feiges. Ela assumiu o colégio em 2007, indicada pelo governo do estado, quando em todos as outras escolas estaduais a escolha do diretor ocorre por eleição direta.



Confusão
Os últimos meses de aula no CEP foram marcados por vários incidentes


21 de outubro – Três estudantes foram afastados das aulas depois que um vídeo que mostrava dois garotos e uma menina de 13 anos praticando sexo no banheiro da instituição circulou na internet. Uma investigação sigilosa está sendo conduzida pela Delegacia do Adolescente.

13 de novembro – A eleição do grêmio estudantil foi adiada e alunos denunciaram a interferência da direção no processo. A direção vetou o nome de alguns concorrentes, o que causou o atraso. A direção alegou que tem a obrigação de vetar os alunos com problemas pedagógicos. A eleição aconteceu no dia 20.

17 de novembro – Estudantes protestaram contra a falta de participação nas discussões sobre a adoção do ensino em blocos. Eles dizem que a mudança pode prejudicar o desempenho dos alunos no vestibular, uma vez que o sistema concentra algumas disciplinas apenas no primeiro semestre. A direção defende o sistema e diz que a decisão é exclusiva dos professores, que aprovaram a adoção em assembleia.

27 de novembro – A comemoração de um grupo de alunos, que invadiu a piscina da instituição, terminou em tumulto. Um estudante foi imobilizado no chão por dois diretores-auxiliares.

Para a doutora em Psicologia Lídia Weber, a crítica procede. “A recorrência de episódios de rebeldia pode estar relacionada com um ambiente coercitivo. Os adolescentes buscam confrontar a ordem e a repressão só piora esse cenário”, acrescenta Lídia. Para a diretora, no entanto, os casos de indisciplina não têm relação com as atitudes da direção e são devidamente tratados. “Nós não oprimimos, apenas seguimos os regulamentos do colégio”, argumenta Madselva.
Piscina

O incidente da semana passada ocorreu depois que um grupo de alunos invadiu a área da piscina do colégio e pulou na água para comemorar o fim do ano letivo. Funcionários da instituição pediram que eles se retirassem, e um dos alunos foi agarrado pelos braços e imobilizado por dois diretores-auxiliares. Foi aberta uma representação criminal contra os agressores, encaminhada ao Jui­­zado Especial Criminal. “Um adolescente só pode ser tratado dessa forma pela polícia sob autorização judicial ou em flagrante de ato infracional”, argumenta Elias Mattar Assad, advogado da família.

Depois de encerrada a ação criminal, os pais pretendem entrar com uma ação de indenização por danos morais. “O pior foi a humilhação. Quando fomos buscá-lo ele estava aterrorizado, achava que tinha cometido um crime, que ia ser preso”, protesta o pai do garoto, Francisco Gonzaga da Silva. A diretora do CEP disse que os envolvidos só vão comentar o caso na comissão averiguatória do Núcleo Regional de Educação de Curitiba e na Justiça. No entanto, ela ressalta que os alunos que invadiram a piscina quebraram o regulamento interno do colégio, que proíbe o uso dessa instalação sem o acompanhamento de um professor. Ela afirma ainda que, por motivos de segurança, é obrigação do CEP manter os alunos longe da piscina.

Alunos ouvidos pela reportagem acreditam que o incidente comprova o que eles vêm dizendo sobre a repressão da direção contra os estudantes, e o grêmio estudantil repudiou o ocorrido. “Eles justificam que têm de garantir a segurança dos alunos. Mas não foi a piscina, e sim um funcionário que feriu o aluno”, contesta a presidente do grêmio estudantil, Lizandra Rocha Souza, 17 anos.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Cartilha pedagógica da Madselva

CBN Curitiba - 90.1 FM

CEP APOIA FUNCIONÁRIO QUE IMOBILIZOU ESTUDANTE
Marcos Landim - 02/12/2009
A diretora do maior colégio público do Paraná, Maria Madselva Ferreira Feiges, disse não estranhar a atuação do diretor-auxiliar da instituição, Enzo Aparecido de Souza, que no dia 27 de novembro derrubou e imobilizou um estudante de 15 anos. O aluno entrou na piscina sem autorização. Na avaliação da diretora geral, o funcionário agiu corretamente para garantir a vida do estudante, que poderia pular novamente na piscina e se afogar.

As cenas de um grupo de estudantes entrando na piscina foram parar na internet e mostram o momento que um dos alunos foi perseguido pelo diretor-auxiliar do colégio, derrubado no chão e imobilizado.

Para a diretora, o estudante transgrediu várias normas do colégio.

Na avaliação da diretora, as declarações do aluno feitas depois do fato mostram a clara intenção do grupo em desrespeitar as normas do CEP.

Segundo o advogado contratado pela família do adolescente, Elias Mattar Assad, se a escola quisesse punir os estudantes, um castigo ou uma comunicação formal aos pais seria o suficiente. A família do rapaz agredido ainda deve pedir uma indenização por danos morais e pretende fazer uma queixa-crime contra o diretor auxiliar.

Finalmente as entidades estudantis resolvem assumir seu papel

Blog do Fábio Campana

Entidades estudantis exigem exoneração de Madselva


As entidades estudantis vão à luta para pressionar o governo pela exoneração da diretora do Colégio Estadual do Paraná, Madselva Feiges, cujo autoritarismo se demonstrou mais uma vez na agressão física injustificável a um estudante por diretores adjuntos do Colégio.


Madselva é pessoa de confiança de Maurício Requião, irmão do governador e ex-secretário de Educação, por isso é considerada intocável.



“A UPES vem a público repudiar os fatos acontecidos nas dependências do Colégio Estadual do Paraná. Um ambiente escolar não deve existir tais fatos, e nós da UPES exigimos imediata exoneração da diretora geral Madselva e seu corpo de Auxiliares e não descansaremos enquanto no Colégio Estadual do Paraná não houver eleição direta para a Direção da Escola.

Exigimos que o Governador Roberto Requião e a sua Secretária de Estado de Educação Yvelise Arco-Verde venham a Público e dêem explicações à comunidade escolar e a sociedade paranaense sobre as agressões físicas cometidas aos estudantes. Nem em momentos grotescos como a ditadura militar os estudantes apanhavam dos diretores.

Neste momento, é apropriado como nunca a palavra de ordem repetida a anos pelo movimento estudantil ” Escola livre sem ditador, quero eleger o meu diretor”.
Abaixo o Absurdo
Por eleições diretas no CEP
UPES/UBES/UNE/UPE”

Quarta-feira, 2 de Dezembro de 2009 – 16:54 hs. Deixe um comentário

Comentários

RENATO Quarta-feira, 2 de Dezembro de 2009 – 17:05 hs
Essa mulher é uma matuzalem!

Luana Quarta-feira, 2 de Dezembro de 2009 – 17:05 hs
Olá finalmente a Upes lembrou o seu papel , porque em 2007 apoiou vergonhosamente a permanência da mesma Madselva quando 5000 alunos do CEP gritavam FORA MADSELVA. Espero que agora seja por compreenderem o que sua permanência representa e não por interesses outros… PARABÈNS!!!!!

PAULO Quarta-feira, 2 de Dezembro de 2009 – 17:56 hs
CADÊ A OAB PARA APOIAR E PATROCINAR AS ENTIDADES ESTUDANTIS CONTRA ESSA TROGLODITA MAL AMADA, ANTI-EDUCADORA E GALHOFEIRA DE ESQUINA?????

ISSO NÃO É CASO P/ O ESTATUDO DA CRIANÇA E ADOLECENTE?

Guilherme -Quarta-feira, 2 de Dezembro de 2009 – 18:11 hs
Parabéns as entidades estudantis que abraçaram esta causa do CEP..

Pena que demoraram um pouco para fazer isso, pois isso poderia ser feito em 2007, ano em que tudo começou.

Espero que esse desejo de vocês seja real, e que nenhum partido político esteja atrás dessas decisões, pois infelizmente, sabemos que ideologias partidárias é o que não falta nos atuais movimentos estudantis..

Boa sorte

Geraldo Quarta-feira, 2 de Dezembro de 2009 – 18:13 hs
Reivindicação justa!

FILET MIGNON Quarta-feira, 2 de Dezembro de 2009 – 18:40 hs
Impressionante, não é?
Temos um DESGOVERNADOR que arrota diariamente sua “estória” como militante contra o governo militar… Interessante, nunca foi preso, nem admoestado pelo DOPS, tanto que não recebe qualquer indenização por tal conduta… (Aliás, sua milityância é pura falácia), exceto participação de atos de vandalismo ao lado de doático no caso das casas que NEI BRAGA estava entregando na CIC….
Como um grande lutador pela ética, transparencia, honra, e democracia, ele simplesmente, enquanto DESGOVERNADOR, buscou nomear a parentalha, (muita ética, não é?, ).
Enquanto apregoa transparencia não explica os entreveros nas negociações do Porto da Ponta do Felix, cuja negociação, indibitávelmente teve o dedinho do Naná, seu irmão, bem como, não fala nada, não diz nada com relação a “LICITAÇÃO” da compra da draga para a APA de Paranaguá, como também não fala nada sobre a “licitação” levada a efeito pelo seu irmãozinho quelidinho do colação, Mauricinho, o caso das “TVs LARANJAS”, como agora se cala também sobre a nomeação do BENJAMIM, na TV Educativa…além, é claro, da evidente tentaiva de nomear seu irmãoszinho, desempregado Mauricinho do Tribunal de Contas.
Quando arrota DEMOCRACIA então, aí é que o bicho pega… Deixa de proceder eleições para eleger diretores de escolas públicas…
Sem qualquer dúvida ele REIQUIÃO É MUITO DEMOCRÁTICO!
Taí o exemplo…

Orquídea Quarta-feira, 2 de Dezembro de 2009 – 18:43 hs
E agora Requião, vai colocar a culpa em quem para manter aquela incompetênte no cargo?

Professora do CEP Quarta-feira, 2 de Dezembro de 2009 – 18:45 hs
Estava na hora das entidades estudantis apoiarem os alunos do colégio!

ORQUIDEA Quarta-feira, 2 de Dezembro de 2009 – 18:55 hs
Depois de 3 anos debaixo de desmandos destruindo pedogogicamente e moralmente o colégio. Após perseguição a alunos e assedio moral a funcionários e professores, o Colégio agradece o apoio das entidades!!!!!!!

Cidadã do mundo Quarta-feira, 2 de Dezembro de 2009 – 19:23 hs
Uma pena a UPES ter ajudado a “blindar” a MÁdselva, em 2007.
Enquanto a comunidade do CEP lutava para tentar impedir o desastre que seria a implementação das mudanças propostas por ela e os alunos se mobilizavam pedindo as eleições diretas para diretor da escola, os representantes da UPES, sob o comando do Rafael Clabonde, se instalaram na sala da direção geral para proteger a “melhor pedagoga do Paraná”.
Reconhecido o erro, nada mais justo do que tentar repará-lo. Antes tarde do que nunca.
Boa sorte!

Apenas discurso? Quarta-feira, 2 de Dezembro de 2009 – 19:28 hs
Justificativa da diretora divulgada pela mídia:
” A diretora da escola diz que esse é um procedimento normal adotado pela escola em caso de desobediência das regras”.
Contrária a todas as suas falas e escritas referentes à educação.Um discurso pode emocionar e convencer uma platéia e o papel permite o desenvolvimento de belíssimas teorias sobre como administrar uma escola, mas é na prática que se efetiva ou não a proposta. Vale lembrar Paulo Freire, de quem a diretora cita como sua referência:
” Escola é … o lugar que se faz amigos.
Não se trata só de prédios, salas, quadros,
Programas, horários, conceitos…
Escola é sobretudo, gente
Gente que trabalha, que estuda
Que alegra, se conhece, se estima.
O Diretor é gente,
O coordenador é gente,
O professor é gente,
O aluno é gente,
Cada funcionário é gente.
E a escola será cada vez melhor
Na medida em que cada um se comporte
Como colega, amigo, irmão.
Nada de “ilha cercada de gente por todos os lados”
Nada de conviver com as pessoas e depois,
Descobrir que não tem amizade a ninguém.
Nada de ser como tijolo que forma a parede,Indiferente, frio, só.
Importante na escola não é só estudar, não é só trabalhar,
É também criar laços de amizade,É criar ambiente de camaradagem,
É conviver, é se “amarrar nela”!
Ora é lógico…
Numa escola assim vai ser fácil!Estudar, trabalhar, crescer,
Fazer amigos, educar-se, ser feliz.
É por aqui que podemos começar a melhorar o mundo.

Curitiboka Quarta-feira, 2 de Dezembro de 2009 – 19:38 hs
Com um nome desses, mais parece uma selva louca rssssssssssssssssssssssssssssssssssssssss

murilo Quarta-feira, 2 de Dezembro de 2009 – 19:53 hs
saiu o clabonde e a upes retomou rua trajetória de luta. Fora madselva! Leva o pelegão do clabonde junto!



PAULO Quarta-feira, 2 de Dezembro de 2009 – 22:18 hs
ACABOU A MESADA QUE A UPES RECEBIA???????????

PAULO Quarta-feira, 2 de Dezembro de 2009 – 22:34 hs
A GUARDINHA DE PLANTÃO NO CEP ERROU, NO CASO EM QUESTÃO A DIRETORA NÃO É GENTE, MAS AGENTE DO QUE HÁ DE PIOR NO ESTADO, NA EDUCAÇÃO NACIONAL E NO ESPÍRITO TRANSFORMADOR QUE DEVERIA SER UMA ESCOLA.
SEU ÚNICO MÉRITO É SER ASSECLA DE UM “FORA DA CASINHA” E “ÍNTIMA” DO IRMÃO VAGAL!!!!
UMA VERGONHA NACIONAL!!!!
(MAIS UMA, NA VERDADE. O PARANÁ ESTÁ SE SOBRESSAINDO NESTE QUESITO!!!)

Luana Quarta-feira, 2 de Dezembro de 2009 – 23:05 hs
Governador Requião tenha um pouco de coerência desta vez e afaste esta senhora do CEP enquanto é tempo de salvar algo. Um colégio que já foi modelo hoje só aparece nas páginas policiais. Alias o Sr disse na escolinha que se pudesse fechava o CEP, quero lembrar que o sr só é o que é graças ao COLÈGIO ESTADUAL DO PR que hoje graças a sua protegida MAD não tem mais semana cultural, a formatura se restringiu a meia duzia e os alunos estão envergonhados de sairem nas ruas com o uniforme do CEP que até 2007 era motivo de orgulho,

RAMBO II Quarta-feira, 2 de Dezembro de 2009 – 23:06 hs
Nao a conheço, mas pelo Nome deve ser casca grossa. MAs se for pulso fraco, vira zona.

Eduardo Quarta-feira, 2 de Dezembro de 2009 – 23:08 hs
Se Requião soubesse quantos votos já perdeu entre educadores por causa dessa louca!
Requião foi um governador muito melhor no que tange a educação se comparado a Lerner, mas Madselva foi um erro gravíssimo, capaz de anular tudo de bom que fez.

Atento Quarta-feira, 2 de Dezembro de 2009 – 23:43 hs
Parece que o novo presidente da UPES começou com um novo ritimo, do lado dos estudantes e contra essa maluca

rubens tavares Quinta-feira, 3 de Dezembro de 2009 – 0:28 hs
parabéns a direção da UPES honra a memória de Edson Luis, Honestino Guimarães, Helenira Resende, Doralise, e tantos outros estudantes que marcaram com seu sangue a história recente desse pais, lutaram por um pais mais democrático, e que prevaleça o debate público de idéias, e que o confronto seja no campo político e ético. a violência cometida pelos “diretores” demosntra a sua total incapacidade em lidar com situações de conflito, recorrer a violência de tempos da Ditadura, do Estado Novo e se tiverem um minimo de decencia pediram renúncia. A UPES sera bem vinda a luta pela democratização do CEP que culmina com a eleição da direção, vem vindos a luta e esperamos que somen-se ao Comitê DIRETAS JÁ em defesa de uma escola democratica, que respeite as divergências e combate qualquer forma de preconceito e limites a participação democrática.

Marcio Quinta-feira, 3 de Dezembro de 2009 – 0:57 hs
Essa Madselva, ainda por cima, não sabe nem falar! Fui em um evento na PR Esporte há uns dois meses, essa senhora foi convidada a falar, e… tudo errado! Concordância verbal, singular e plural não existem para ela! Muito constrangedor para quem viu… Mas também… é de confiança de quem!?!?!?!? Reiquião, rei do Paraná, somente por mais alguns meses… já vai tarde!

ProfessorQuinta-feira, 3 de Dezembro de 2009 – 9:05 hs
Cade a App antigo sindicato dos professores , hoje associção dos pelegos do Paraná

Pensamento Quinta-feira, 3 de Dezembro de 2009 – 9:18 hs
É podemos afirmar que é mais uma grande conquista da Secretaria de Educação, já que o Colégio Estadual do Paraná não é o único no Paraná que está passando por esse processo ditatorial. É o método encontrado pela Secretaria para tentar conter sua incompetência, sempre que há uma manifestação de professores e alunos contra uma determinação, situações e/ou não aceitação dos desmandos absurdos e ilegais impostos pela SEED e seus comparsas. A primeira postura é afastar de forma ilegal e absurda pessoas que se manifestam e não aceitam as ilegalidades berrantes cometidas. Os professores do CEP que foram afastados de forma violenta, ilegal, imoral, indecente pela Assessoria Jurídica da SEED para que pudessem abafar e manter no cargo a amiguinha do Maurício Requião, mesmo que para tanto fosse violado o direito de tantas outras pessoas. Parabéns a incompetência da Assessoria Jurídica e da SEED, a violência moral, o desrespeito contra alunos e professores nessa gestão ditatorial mascarada de democracia é a cada dia exposta ao público de forma escandalosa e vergonhosa.
A OAB tem sim que se manifestar, mas não é apenas no Colégio Estadual do Paraná, mas realizar um levantamento para identificar quantos colégios existem no paraná na mesma situação, sendo administrados com pessoas indicadas, que apresentam a mesma postura da Madselva do CEF, ou em muitos casos situações bem piores da encontrada aqui no CEP. É a falsa democracia, e pior, o discurso é Gestão Democrática. Democrática para SEED é sinônimo de Ditadura, agressão moral, violação de direitos, “manda quem pode, obedece sem questionar quem não quiser ser perseguido, exonerado, afastado, suspenso, enfim perder todos os direitos que a lei lhe garanta. Virou bangue- bangue essa Gestão da SEED.

Prof. Wanderley José Deina Quinta-feira, 3 de Dezembro de 2009 – 10:04 hs
Depois de ter passado tudo o que passei em 2007 no CEP e em 2008, respondendo a um processo sem fundamento algum, cujo objetivo era apenas me afastar (e também a outros colegas), o que me fez desejar DESESPERADAMENTE sair do Paraná, é um alento saber que as entidades estudantis, enfim, acordaram. Finalmente estão do lado das muitas outras pessoas que também acreditavam na pedagoga da UFPR e que perceberam, diante de todos os fatos ocorridos no CEP, desde a sua chegada, que suas palavras não passavam de discurso vazio. Ela “ainda” fala sobre Paulo Freire como quem realmente parece “conhecê-lo”. Apenas discurso! Suas práticas são exatamente aquilo contra o que o grande educador brasileiro sempre lutou. O engraçado é que, provavelmente, ela ainda continua vendendo aquelas palestras que todo mundo do CEP já viu sobre “gestão democrática”. Como ensinar algo que não se conhece? Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço, não é?

Parabéns, mais uma vez, a UPES e as demais entidades estudantis pela decisão coerente de apoiar o movimento pela democratização do Colégio Estadual do Paraná.

Prof. Wanderley José Deina
Instituto Federal da Bahia

Aluno CEP Quinta-feira, 3 de Dezembro de 2009 – 13:09 hs
Só é chato ver que essas entidades esqueceram que o CEP possui um Grêmio. Mas no mais, ótima notícia… A ditadura no CEP continua tão forte como sempre foi, a Censura interna continua ativa, porém, a diretora sabe fazer um Pão e Circo.


Professora Malu Rocha Quinta-feira, 3 de Dezembro de 2009 – 13:47 hs
Até quando as autoridades paranaenses continuarão omissas e coniventes com tantos absurdos e arbitrariedades?

Thianny Quinta-feira, 3 de Dezembro de 2009 – 15:48 hs
Wanderley, saudades , parabéns por mesmo longe do PR ainda acompanhar a situação do CEP. A SEED e o governador estão colhendo os frutos que plantaram. Se em 2007 tivessem afastado esta senhora o CEP ainda seria referencia em educação e não referencia nas páginas policiais. Quantos professores sairam da instituição? Quantos projetos acabaram ? Quantos assessores já passaram por esta gestão? Nem eu imaginava mas hoje vi em um jornal que me parece apoiado pela APP sindicato que desde 2007 os vices diretores já mudaram quase 5 vezes em cada turno. Para qualquer pessoa é fato, se ninguém consegue tranalhar com a Madselva será que todos são incompetentes e só ela tem o discurso pedagógico. AUtoridades acordem, investiguem e tenham a coragem de corrigir os erros e apontar esperanças para que em 2010 o CEP retome seu papel de escola pública: formar cidadãos com consciência , conteúdo e ética.

TavaresQuinta-feira, 3 de Dezembro de 2009 – 16:37 hs
Não ouço uma notícia boa do CEP há muito tempo. Começo a ficar convencido de que esta senhora é a culpada.

eumesmo003Quinta-feira, 3 de Dezembro de 2009 – 16:56 hs
até que enfim resolveram aparecer, aonde andavam? estavam sumidos por que? até achei que nem existia mais pois o mundoi esta desabando e vocÊs não ai?

só espero que agora retomen o que jamais deveriam ter deixadi parar o movimento estudantil.

claro, sem interesses partidários.

Ladislau Mazeppa Quinta-feira, 3 de Dezembro de 2009 – 17:38 hs
Não conheço esta senhora. Mas todo dia tenho o desprazer de pegar o onibus bem próximo do Colégio Estadual e vejo a saida daquilo que se autodenominam estudantes. Não passam de um bando de baderneiros irresponsáveis e inconsequentes. Os pais deles devem estar cegos. Não gosto do Requião, quero mais que ele suma, nem muito menos de seus auxiliares, porém, os alunos do CEP e seus mentores do PT, PCdoB e de outros partidos querem mais é bagunça e não estudar. Tem hora de politica e hora de estudar. Esta gentalha só pensa em fazer politica de baixissimo nivel e esquecem que quem sustenta o elefante branco daquele colégio é o nosso dinheiro dos impostos. Nosso dinheiro é aplicado alí para que se aprenda Matemática, Português, Geografia etc. e não para fazerem comicios cheios de palavrões.Está na hora da pedagogia da boa e velha cinta nestes moleques mau educados e metidos a besta. Eles não pensem que a sociedade não está vendo os crimes que estão praticando. Os partidos politicos de todas as matizes criem vergonha e deixem nossas crianças em paz.

Pedreiro do Atuba Quinta-feira, 3 de Dezembro de 2009 – 18:52 hs
DITADORA!!!

João CarlosQuinta-feira, 3 de Dezembro de 2009 – 20:07 hs
Quem conhece o Ladislau, aquele cara BOM educado que escreve comentários inteligentes no blog do Fábio Campana? Lá no CEP, pelo menos, eles ensinam que o contrário de BEM é MAL e o contrário de MAU é BOM. E os BONS professores do Estadual sabem muito bem a diferença entre política e politicagem. Mas os MAUS professores são exatamente aqueles que recorrem a “cinta” (chave de braço, agressão física e ameaças morais). Cinta em você!

Senhor Ladislau Quinta-feira, 3 de Dezembro de 2009 – 20:37 hs
Tem toda a razão ao condenar a baderna nos ônibus, promovida por alunos sem a mínima educação.Não generalize para a maioria dos estudantes do CEP, pois lutam pela melhoria da qualidade ensino, independente de qualquer partido, é uma luta digna que enobrece a classe estudantil. A velha cinta, para estudantes conscientes, é o que a diretora está aplicando e os resultados são os conhecidos de todos pela imprensa…

Vigilante do Portão Quinta-feira, 3 de Dezembro de 2009 – 20:57 hs
Esse é o tratamento “NORMAL” para uma travessura de final de ano dos alunos? Imagine se os meninos tivessem cometido um delito, iriam direto para o “pau-de-arara”.

Pergunto: caso fosse o neto dela que tivesse pulado na piscina, e fosse tratado como o menino foi, ela acharia correto?

Professora Indignada Quinta-feira, 3 de Dezembro de 2009 – 22:29 hs
Ao sr Ladislau! quanta irritação e agressividade gratuíta! O que o sr sabe da escola? Qual sua parcela de contribuição? Não só o CEp mas todas as escolas vivem serios problemas neste governo e com esta secretaria que pensa só em numeros do que em valores humanos. O CEP era uma escola onde os alunos tinham orgulho de estudar e todos sonhavam por os filhos lá. Os professores eram respeitados e ensinavam mesmo, os alunos saiam de lá preparados para a universidade eram lideranças políticas comprometidas pelo comnteúdo. Hoje o CEP é apenas mais uma máquina de fazer certificados. Hoje no Conselho de classe foram aprovados alunos com nota final 3,5, alunos que ficaram sem atingir 6 em 5 materias foram aprovados. O que significa isso ? os estudantes são jovens e sabem que agora no CEP não “dá mais nada”, os professores ainda trabalham serio ,mas desanimam porque sabem que se reprovarem um aluno vão sofrer as consequencias desta diretora que só tem discurso.

rubens tavares Sexta-feira, 4 de Dezembro de 2009 – 1:17 hs
ontem foi lançado o jornal FALA CEP de iniciativa do Comite Diretas Já com apoio a app, e todos que tenham contribuições para pensarmos num CEP mais democráticos, que os seus representantes sejam escolhidos diretamente, e que o CEP volte a ser noticias nas paginas de educação e não ao contrário, encontra-se aberto……………



Vigilante do Portão Sexta-feira, 4 de Dezembro de 2009 – 10:40 hs
Travessuras no colégio, quantas eu aprontei.
Vou contar uma:
Estudei no Pedro Macedo, para evitar atropelamentos, havia um túnel que ligava o colégio ao barracão no qual tínhamos aula de Educação Artística, tamém servia para que os alunos que moravam para aquele lado ou fosem pegar ônibus, não correcem risco atravessando a Via Rápida. Bem, certa noite, eu e um amigo, passamos pelo túnel e ao sair colocamos um cadeado no portão -eu havia comprado o cadeado especialmente para isso -, ficamos escondidos, só para ouvir a bagunça.

Imagino se fosse a Madselva e sua turma e se fossemos pegos, teríamos apanhado muito. kkk

virginia Soares Sexta-feira, 4 de Dezembro de 2009 – 10:42 hs
Só uma lembrancinha!
Quando o governador esteve lá no cep em 2004 inaugurando a reforma da pista de Atletismo e a piscina ele mesmo falou diante de mais menos 2000 estudantes que pulava o muro para nadar na piscina do CEP e jogava perereca na piscina, referido-se a necessidade da escola abrir a piscina para uso da comunidade.
Vejam a quantos anos atrás foi isso? Transgreidu regras? E hoje é a maior autoridade política do Paraná.
Desde Sócrates na Grácia Antiga que estamos repetindo e ficando horrorizados com o comportamento dos jovens. Que será do futuro desta juventude transviada? Só há um caminho ouví-los, democracia neles! Assembléias, debates, construirmos juntos as regras d escola, viver a cidadania e a democracia na prática, cad um aprender a ser responsável pelos seus atos, etc,etc e etc.. Vide escola da Ponte. Será que é Utopia? Será que o poder tranformador das idéias pode contribuir pra construirmos um projeto de uma sociedade mais humana? Será que podemos superar esta visão consumista, hedonista de sociedade?
Desabafo de uma professora que apesar das dificuldades de lidar com os comportamentos ora agressivos, ora de rebeldia ora de infantilidade dos alunos consegue ver nos mesmos carências: de afetividade, de referenciais, de falta de identidade individual e coletiva de uma sociedade que precisa reencontrar o caminho da hominização.

Thianny Sexta-feira, 4 de Dezembro de 2009 – 11:46 hs
Parabéns PROFESSORA VIRGINIA!!! Que bom ler seu post e saber que existem educadores comprometidos apesar dos ladislau e silvanos que postam aqui. Que voce mantenha senpre este otimismo.

Alberto Fisher Sexta-feira, 4 de Dezembro de 2009 – 14:47 hs
Madselva representa um atraso na educação.

Democracia CEP: Frutos da "era" Madselva II

Democracia CEP: Frutos da "era" Madselva II

http://www.youtube.com/watch?v=czZWfOOGrSg&NR=1

Frutos da "era" Madselva II

Blog do Fábio Campana(www.fabiocampana.com.br)

Em vídeo, agressão da direção contra aluno no Colégio Estadual
Via Bem Paraná

Na última sexta-feira (27), nas dependências do Colégio Estadual do Paraná, um aluno de 15 anos foi segurado por dois diretores auxiliares da Instituição, Enzo Aparecido de Souza e Adriano Stachuk Hormam. As cenas foram gravadas pelos alunos e disponibilizadas no YouTube.

O adolescente, ao observar a movimentação dos estudantes, na hora do intervalo acompanhou o grupo e se lançou na piscina da escola. Quando acabou a brincadeira dos estudantes em pular na piscina, aparecem nas imagens os agressores Enzo e Adriano (acompanhados de uma mulher que batia fotos) que o agarraram, derrubaram e torceram seus braços.

Após a imobilização mostrada pelas imagens, foi isolado e seguranças o contiveram sob ameaças de aparelhos de descarga elétrica, segundo assessoria do advogado da família do jovem.

Os pais do estudante estiveram neste final de semana no escritório do advogado Elias Mattar Assad que ingressará com medidas civis e criminais contra os agressores pelos desnecessários abusos. Ponderou o advogado que, além das lesões corporais, o Estatuto da Criança e do Adolescente, no artigo 230, diz: ”Privar a criança ou o adolescente de sua liberdade, procedendo à sua apreensão sem estar em flagrante de ato infracional ou inexistindo ordem escrita da autoridade judiciária competente: Pena – detenção de seis meses a dois anos”.

Hoje (30) será feita a comunicação formal ao Ministério Público e os processos serão protocolados na Justiça na próxima quarta-feira.

Segunda-feira, 30 de Novembro de 2009 – 21:31 hs. Deixe um comentário.




Comentários

João Carlos Segunda-feira, 30 de Novembro de 2009 – 21:52 hs
O título desta matéria poderia ser “MAIS UMA VEZ, COLÉGIO ESTADUAL DO PARANÁ”. A questão é: quantas vezes mais este colégio vai ser assunto, desta forma, para a imprensa? Este colégio, que outrora, já fora referência em educação de qualidade “quase chegou ao fundo do poço”. Não chegou ainda porque, enquanto o Reiquião for governador e Madselva diretora geral, o fundo do poço não existirá. Sempre é possível esperar coisas piores.


JORGE Segunda-feira, 30 de Novembro de 2009 – 22:03 hs
Gente, tive um filho que estudou no Colégio Estadual e naquela época tudo foi bem. Como entender então esses momentos terriveis por que passa o CEP? Será governador que já não passou da hora do senhor tomar uma posição mais pertinente? Penso que do jeito que as coisas estão indo, numa dinâmica jamais vista, logo logo pode ocorrer uma tragédia. E aí, quem se responsabilizará? Também não é hora de rever essa questão da diretora? Desde que essa senhora chegou por lá a confusão tomou conta e já não se percebe um controle maior sobre a garotada. Então como encaminhar essa situação? Causa-nos tristeza ver que uma instituição com tantas contribuições na área educacional esteja à nos mostrar cenas tão fortes. Enfim, senhor governador, a hora é chegada e a bola está em suas mãos. Atitude.


CEP Segunda-feira, 30 de Novembro de 2009 – 22:08 hs
Esses dois não são professores comuns, são diretores e verdadeiros brucutus!

Está certa a família em tomar providências, nada justifica tal desiquilíbrio em tratar adoslescentes assim. Pena que a principal responsável, a diretora Madselva, deverá descartá-los para que o fato não a atinja ainda mais.


Orquídea Segunda-feira, 30 de Novembro de 2009 – 22:13 hs
Os alunos erraram nos palavrões, mas diante da maneira como a direção trata as situações adversas, sempre apostando no conflito para depois ameaçar em proceso aos pais, ou a professores, só tinha que dar nisso, palavrões e muito desrespeito de todos, ou pelo menos da maioria que não tem carguinho comissionado.

O único problema do Colégio é um só…MADSELVA!

FORA MADSELVA!!!!

Jango Segunda-feira, 30 de Novembro de 2009 – 22:20 hs
Mas, então, no que estão transformando este colégio ? Onde estão o Ministério Público e outras autoridades públicas hierarquicamente responsáveis que permitem este debacle na instituição ? Até quando ?

Geraldo Segunda-feira, 30 de Novembro de 2009 – 22:57 hs
Se fossem seguranças mesmo, até talvez estivessem agindo corretamente. Mas são diretores, educadores? O que é isso?

Às vezes até se passa vontade de dar umas bolhachadas nesses jovens mas tem que ter equilibrio emocional, coisa que nessa escola parece que não existe mais.

Acho que essa questão da diretora, competente ou não, precisa ser revista. De nada adianta uma pessoa boa num ambiente errado. Parece que ela causa toda essa instabilidade!

professora Segunda-feira, 30 de Novembro de 2009 – 22:58 hs
Brincadeiras como estas que vi no vídeo fazem parte do processo de socialização dos jovens. Neste período da vida, sentir-se parte de um grupo (mesmo que, ou também, por meio de experiência anárquica) é uma vivencia importantes para a construção do sentimento de solidariedade, como o que mostra o vídeo. Vi jovens que pulam a cerca para acompanhar o colega que estava sendo levado pelo segurança, ou os que ainda do outro lado da cerca protestaram por meio de gritos e palavrões. O problema é a forma de tratar jovens que estão dentro de uma escola como se fossem delinqüentes. O fracasso da direção da escola fica comprovado na incapacidade de tratar situações como essa a não ser por meio da força, cacetada e agressão.

João Carlos Segunda-feira, 30 de Novembro de 2009 – 23:07 hs
Pois é… em 2006, quando da inalguração da “nova piscina”, lá estava o governador Reiquião contando vantagem de que, quando ele era estudante, junto com seus irmãos, invadiam o colégio para pular na piscina? Alguem pode censurar estes estudantes? Eles precisam de uma autorização superior a esta?


Geraldo Segunda-feira, 30 de Novembro de 2009 – 23:09 hs
Revendo o vídeo… percebam que ninguém mais estava na piscina, não justificava a repressão física. É aluno, foi fotografado, a escola sabe quem são os pais… outras medidas poderiam ser tomadas.

É uma escola não um presídio.

rubens tavares Segunda-feira, 30 de Novembro de 2009 – 23:24 hs
mais uma vez o colégio estadual do paraná é noticia, agora não mais nas paginas de educação, mais nas de policia. erra os estudantes no palavrão, no xingamento, erram os pseudos educadores na agressão, desnecessária, e ainda mais num ambiente que deveria ser escolar. o fato é que a direção carece de representação e seus subordinados carecem de no minimo educação, só reproduzem o que lhes é autorizado, são incapazes de pensar outras maneiras de resolver os problemas, senão pelo tacape, o não dialogo, e o confronto desnecessário. quando uma direção não representa a comunidade que dirige, no minimo deveria pedir o seu afastamento para o bem da comunidade que tanto diz representar. e o problema pode começar a ser resolvido com o estabelecimento das “Diretas” um primeiro passo para começar a se retirar os entraves pouco democráticos que se estabeleceram ao longo dessa malfada gestão, que sempre aposta em procurar “bodes espiatórios” ou complos da “oposição” para esconder a sua rejeição por parte da comunidade que diz representar, como bom “condottiere” a direção deveria ser a primeira a lutar por diretas, mas faz ao contrário, então deveria ter a honradez de pedir a sua renúncia e os demais subordinados envolvidos na violência seguir o seu exemplo.

Thianny Segunda-feira, 30 de Novembro de 2009 – 23:25 hs
Como mãe e pedagoga que conhece bem a realidade do CEP sabemos que é quase um ritual de passagem todos os anos alunos que estão saindo da escola pular na piscina. Tenho na família advogados,médicos , engenheiros que foram alunos do CEP há anos atrás e todos fizeram isso e estão aqui, são profissionais sérios. Se estes senhores fossem seguranças ou policiais tudo bem, mas são educadores, então qual a prática correta chamar os meninos , esperar eles se vestirem e conversar educadamente não imobilizar um adolecente com violência . Existem vários videos no youtube e qualquer pode perceber qu e os alunos só começam a chingar depois depois da atitude do dois diretores. E tem mais converse com qualquer aluno presente no dia ao mesmo tempo eles começaram a aclamar o outro diretor da manhã , o professor Luiz Claudio que a maioria dos alunos comenta que trata -os com respeito e educação, Quem olha na comunidade da escola no orkut vê que as criticas são a madselva pelo seu autoritarismo e desrespeito com todos. Senhores os jovens tem percepção e senso de justiça reagem a violência e a injustiça,mas sabem reconhecer que os trata com dignidade. Veja se eles atacam professores!! Estamos no século XXI, este tipo de atitude não se justifica mais. Educação se faz com dialogo, com respeito!!! Em tempo: antes da Madselva a direção nos últimos dias colocava professores de ed Fisica cuidadndo e liberava a piscina e nunca ocorreu nada.

Luana Segunda-feira, 30 de Novembro de 2009 – 23:44 hs
Fato é q não se educa adolescentes com repressão e sim c limites. O problema é q a dona Madselva ñ sabe a diferença. Sempre existiu essa mania de pular na piscina após passar de ano, os profs já sabiam disso, a direção anterior tbem. A piazada pulava e logo saia, nunca aconteceu c eles sozinhos, virou tradição e sempre tinha profes, direção, pessoas cuidando. Nunca um aluno se afogou por causa disso. E no tempo da nossa querida professora e diretora auxiliar Malu, nunca houve esse tipo de repressão, essa violência contra os alunos. Se ela dizia q não era pra entrar, ninguém entrava, pra não desrespeita-la. Agora é isso q falta no CEP: respeito!

Luana Segunda-feira, 30 de Novembro de 2009 – 23:46 hs
Era muito mais fácil, simples e correto eles se aproximarem, mandarem os alunos sair da piscina. Fotografar, filmar, depois identificar cada aluno, chamar os pais, passar um sabão e punir de acordo c o estatuto interno. Violência gera violência!

Cidadã do mundo Terça-feira, 1 de Dezembro de 2009 – 0:40 hs
Até quando as autoridades ficarão de braços cruzados, assistindo passivamente ao desmonte da maior e mais tradicional instituição de ensino público do Paraná?
Ficaram cegos, mudos e surdos quando a “pedagoga” Madselva perseguiu e processou professores comprovadamente comprometidos com a educação pública de qualidade.
Continuaram cegos, mudos e surdos quando o Colégio Estadual do Paraná, colhendo os primeiros frutos da gestão Madselva, amargou um vigésimo oitavo lugar na avaliação do ENEM/2008 (em anos anteriores nunca ficou abaixo do terceiro lugar).
Ficaram ainda mais cegos, mudos e surdos diante de todas as denúncias e pedidos de socorro da comunidade escolar, pois AFINAL é muito mais fácil tentar criminalizar os professores que fizeram as primeiras denúncias e acusar os adolescentes de baderneiros, inconsequentes e irresponsáveis.
LAMENTAVELMENTE, continuarão cegos, surdos e mudos, pois:
– educação pública de qualidade, infelizmente, não é prioridade no nosso país;
– os filhos de muitas destas “autoridades” jamais estudou (ou estudaria) numa escola pública, por motivos óbvios.
DEPRIMENTE!

Professora do CEP Terça-feira, 1 de Dezembro de 2009 – 2:54 hs
Em 2005, quando o Requião e o seu irmão, aquele melhor Secretário de Educação do país, estiveram no CEP para oficializar a reforma da pista de atletismo, o governador contou aos alunos como eles usavam a piscina FORA dos horários de Educação Física. Foi uma “bela aula” que pelo jeito repercute entre os alunos até hoje. Ninguém me contou, eu estava lá, eu vi, EU, perplexa, OUVI. Eu, cerca de 1200 alunos, autoridades presentes e muitos professores e funcionários. A maioria PERPLEXA como eu!


Fábio Maciel Terça-feira, 1 de Dezembro de 2009 – 8:10 hs
Não me venham com desculpas, mesmo que os adolescentes estejam errados, nada, absolutamente nada, justifica a situação que um “educador” proceda com violência contra os estudantes. É inadimissível, horrível.

Paranista Terça-feira, 1 de Dezembro de 2009 – 9:03 hs
Sem referendar no caso a quebra de regras, já que se elas são justas deve ser cumprida, a forma truculenta como a atual direção se comporta em vez de gerar a ordem pela boa convivência e pelo despertar da consciência coletiva tenta gerar a mesma pelo uso da força, pelo terror.

Depois que a “Badselva” assumiu como INTERVENTORA, já que ao contrário dos outros Colégios Estaduais lá não existe o processo democrático de escolha, o CEP se tornou um “campo de concentração”, onde a comunidade escolar está dividida entre “nós” e “eles”, no caso os alunos, e isto do ponto de vista pedagógico é um absurdo.

Hoje no CEP os seguranças ocupam o espaço que deveria se ocupado pelos orientadores e possuem quase que um poder de Polícia, o que não são.

O que a direção deveria ter feito e não fez, já que este imbecil do dirigente preferiu brincar de “puliça”, era ter relacionado os nomes dos que invadiram a piscina fora do horário e chamar os pais para uma boa conversa e até dar alguma punição dentro dos limites do regulamento do Colégio e da lei, o que não aconteceu. O uso da força contra um único aluno foi excessiva. Pareceu-me que o cretino do diretor com seu ato de agressão física quis mostrar aos demais funcionários e aos alunos “quem é quem manda”. Só faltou exclamar “eu sou a “ortoridade”, está preso”.

Estas atitudes truculentas impõem o medo e medo não é igual a respeito!


Anonimo Terça-feira, 1 de Dezembro de 2009 – 9:41 hs
Estudei no Colégio Estadual, e sempre pulamos na piscina no final do ano, aquela coisa de missão cumprida…..vamos relaxar até alguém vir nos tirar, mas nunca foi na base da porrada. Lamentável.


Sandra Terça-feira, 1 de Dezembro de 2009 – 11:15 hs
Estudei no colégio estadual… e sei que o ato de pular na piscina é uma tradição, em que em todo final do ano, alguns alunos se jogam na piscina como comemoração por passar de ano. O q de errado nisso? Causou algum dano ao patrimonio do colegio?? Foi uma insdisciplina, não ato de infração grave pra gerar tanto tumulto e agressão por parte desses professores.
Garanto q vc se fosse com o seu filho, a reação seria outra.
Se o garoto do video fosse o seu filho… serai diferente.

Ali Terça-feira, 1 de Dezembro de 2009 – 11:21 hs
FORA Madselva…………Meu Deus….eu sai do Estadual em 2007 quando os problemas com ela comecaram……..2 anos se passaram e ela nao percebeu que o CEP nao quer ela laH??????

Thianny Terça-feira, 1 de Dezembro de 2009 – 14:01 hs
É lamentável o comentário de muitos que acessam este Blog.è uma situação delicada que extrapola em muito os limites da convivência saudável, Lembrem quantos passaram pelo CEP se alguma vez viamos acontecer este tipo de coisas. A solução d etudo isso é ter uma direção respeitada pela comunidade e que permita resgatar o espaço de aprendizado dentro da escola. Chingar, agredir, dar razão a sentimenstos mesquinhos não ajudam a resolver a grave crise que o Estadual vive desde que a Madselva entrou lá apoiada pelo governador,

Atento Terça-feira, 1 de Dezembro de 2009 – 14:48 hs
O conselho tutelar tem que tomar providencias, denunciar essa Madselva, essa escola passou dos limites essa louca e seus seguidores n servem nem pra diretora de canil, isso ai mais parece uma unidade da FEBEM, abaixo a Madselva indicada pelo Mauricio Requião.


Professor Kico Terça-feira, 1 de Dezembro de 2009 – 15:26 hs
Fazendo algumas considerações:

-Sabemos que a piscina é um atrativo, principalmente no final do ano;
-Que a juventude tende a tentar infringir algumas normas, principalmente quando elas não são discutidas com eles;
-Que deve ter uma pessoa no local para prevenir estes tipos de ações;

Mas mesmo assim NÃO é atitude de diretor, imobilizar aluno, incorrendo em várias medidas já que nem ele nem o aluno estavam em perigo eminente e não estava (o aluno) sozinho na empreitada.
Ele se desqualificou com diretor (pessoa responsável pelo bom andamento da escola), esperando que não seja uma política da/de escola.

Medidas precisam acontecer URGENTE.

Professor Kico
CEBRAPAZ-PR

Mario de Andrade Terça-feira, 1 de Dezembro de 2009 – 16:14 hs
Colégio Estadual do Paraná. para uns sonho para outros pesadelo.

No momento que o sonho de um pai e ver o filho no CEP.
Para outro não ver a hora de acabar essa patifaria. “se eles pudessem eleger outro diretor ainda”.

O que vemos ai nesse vídeo é o despreparo de uma direção que não tem competência para dirigir uma escola, uma direção que la esta por que poucos querem que esteja, uma direção que não garante liberdade de expressão para os estudantes daquela instituição, A senhora Diretora e o senhor Diretor não são competentes para dirigir uma escola como o CEP! quem sabe uma escola municipal do Beto, já que bater em estudante e uma politica dele mesmo. ou melhor na escola militar, já estou dando a dica, pois não sera admitido que o CEP teja os senhores como “dirigentes”. fico triste por saber que neste momento tem um pai e uma mãe vitima desta incompetência e quantas outras mais por saber que a tao sonhada escola não passa de uma propaganda enganosa por parte desta direção.

Existe uma faixa que a “direção” da escola colocou na frete dizendo que a escola esta imune do tabaco.
Quero eu junto aos estudantes do CEP colocar uma faixa dizendo assim ” O CEP esta imune a DITADURA”

DIRETAS JÁ.

Mario Sérgio de Andrade
Presidente da UPES
gestão 2010/2011


UPES Terça-feira, 1 de Dezembro de 2009 – 17:11 hs
A UPES vem a público repudiar os fatos acontecidos nas dependencias do Colegio Estadual do Paraná. Um ambiente escolar não deve existir tais fatos, e nós da UPES exigimos imediata exoneração da diretora geral Madselva e seu corpo de Auxiliares e não descansaremos enquanto no Colégio Estadual do Paraná não houver eleição direta para a Direção da Escola.Exigimos que o Governador Roberto Requião e a sua Secretaria de Estado de Educação Yvelise Arco-Verde venham a Público e deêm explicações à comunidade escolar e a sociedade paranaense sobre as agressões físicas cometidas aos estudantes. Nem em momentos grotescos como a ditadura militar os estudantes apanhavam dos diretores.
Neste momento, é apropriado como nunca a palavra de ordem repetida a anos pelo movimento estudantil ” Escola livre sem ditador, quero eleger o meu diretor”

Abaixo ao Absurdo
Por eleições diretas no CEP

UPES

José Marcelo Terça-feira, 1 de Dezembro de 2009 – 17:23 hs
Servi e estudei no Colégio Militar de Curitiba. No fim do ano os alunos do 3º ano sempre pulavam na piscina e nunca ninguém, morreum foi punido ou agredido. Era uma tradição e era um colégio MILITAR. Agora no CEP parece que tudo pode e nada pode, depende do humor da Direção. Transar no banheiro pode, pular na piscina, não pode?? Depois que o Requião colocou essa tal de Selva Maldita ou Madselva, o CEP virou o “Carandirú de Curitiba”. “FORA MEDSELVA!!!!!!”

Lizandra R. Souza Terça-feira, 1 de Dezembro de 2009 – 17:30 hs
Considero que aqueles que fazem pouco caso do acontecimento amam a ignorancia.
Esse aluno foi o pior dos casos, pois naquele dia outros alunos foram agredidos. Alguns levaram chutes, outros quase foram arrastados pelo chão, um estudante ficou com o pescoço marcado por conta da força usada pelos diretores ao puxarem o menino por uma corrente que usava.
A situação é crítica, pois o menino do vídeo ficou todo machucado e sem dúvida nenhuma foi humilhado diante de 900 estudantes. Esse tipo de atitude não é atitude de uma instituição séria, esse tipo de atitude representa a falta de respeito pelos estudantes. Uma instituição que proíbe a entrada na piscina por questão de segurança entra em contradição quando usa da força para controlar um aluno. Aquilo ali é um menino de 15 anos e um homem de seus 40 anos, esse homem deveria ser um exemplo de seriedade, ética e postura, mas representou ser completamente diferente disso.
Agora eu pergunto:
Esse tipo de comportamento caracteriza uma instituição séria? Uma instituição de respeito?
CHEGAMOS AO CÚMULO!
CHEGAMOS À AGRESSÃO DE UM ESTUDANTE!

mauro moraes Terça-feira, 1 de Dezembro de 2009 – 17:57 hs
Só existe uma solução para o CEP, o Presidente da Assembléia Legislativa colocar em votação meu projeto que dispõe sobre eleições diretas para Diretor.A Direção de uma escola como o nosso querido Colégio Estadual do Paraná tem que ter legitimidade.Para tando, precisamos que a direção seja escolhida pela comunidade escolar, e não nomeada pelo Governo do Estado. “ELEIÇÕES DIRETAS JÁ NO CEP ‘

Luiz Santamaria Terça-feira, 1 de Dezembro de 2009 – 19:47 hs
Não foi nesse Colégio, que a pouco tempo apareceu na internet alunos fazendo sexo no banheiro, parece que não existe limites para mais nada, na minha época de escola, poderia ser suspenso e até expulso por cometer atos que não eram permitidos no colégio, se não coibirem os excessos, daqui a pouco estão agredindo os professores e mais educação vem de casa, do berço, professor é para ensinar matérias e não fazer papel de mãe e pai.

Prof. Wanderley José Deina Terça-feira, 1 de Dezembro de 2009 – 21:33 hs
Tantas “atrocidades” já aconteceram nesta escola, desde a chegada de Madselva. A primeira delas foi implantar o “sistema de aprovação automática”, obrigando os professores a aprovar alunos reprovados em mais de cinco disciplinas naquilo que a GRANDE pedagoga intitulou, se bem me lembro, CONSELHO DE CLASSE EXTRAORDINÁRIO ESPECIAL. Depois veio o MAIS QUE ESPECIAL, para aprovar os que não foram aprovados no primeiro. Ela adora um neologismo.

Depois disso foi uma sequência de “reformas pedagógicas”, cada vez mais desastradas, que levaram o CEP inexoravelmente aos eventos que toda a comunidade curitibana conhece muito bem. Pensei que este ciclo, digo, “circo” de horrores seria encerrado com o lamentável caso dos adolescentes no banheiro que virou notícia nacional. Infelizmente estava enganado.

Parabéns a UPES pelo posicionamento coerente. Só lamento por não terem se posicionado desta forma em 2007. Talvez não tivéssemos chegado aonde chegamos. Mas antes tarde do que nunca.

Parabéns ao Deputado Mauro Moraes pelo projeto parlamentar de democratização da escola, mas que, infelizmente, foi esquecido em alguma gaveta da Assembléia desde 2007. Que estes fatos sirvam para, enfim, acordar os demais deputados. Espero que percebam, finalmente, a gravidade da situação do Colégio Estadual do Paraná.

Parabéns ao Prof. Rubens, grande amigo e companheiro de luta, e ao Prof. Kico pelas palavras coerentes e pela coragem de se manifestar sem o uso de pseudônimos.

Mesmo distante do CEP e do Paraná, estou torcendo para que as coisas se resolvam de uma vez por todas. Espero que esta senhora, que se diz pedagoga, seja defenestrada de uma vez por todas da educação paranaense. Aquela que alguns afirmavam, entre eles Maurício Requião, a melhor pedagoga do Paraná é motivo de vergonha para os verdadeiros pedagogos, que tanto enriquecem a educação paranaense. Estes trabalham ao invés de discursar.

Quanto ao Enzo, lamentável. Muito mais lamentáveis foram as suas opções políticas. Cada um com as suas escolhas e com as conseqüências decorrentes delas. Mas não precisava descer tanto. Se bem que, com Madselva, o fundo do poço é uma referência que não existe. Sempre é possível descer mais um pouco.

Cadê o Ministério Público, a quem encaminhamos um documento denunciando as muitas barbaridades que aconteciam no CEP no ano de 2007?

Democracia já!

Prof. Wanderley José Deina
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia


Luana Quarta-feira, 2 de Dezembro de 2009 – 12:37 hs
CARTA PÚBLICA DOS DOCENTES DO DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ

Após tomar conhecimento pela imprensa escrita e televisionada de fatos ocorridos no Colégio Estadual do Paraná, bem como, de outros documentos relativos às reivindicações de professores e alunos do CEP que foram trazidos à Plenária Departamental ocorrida em 28 de novembro de 2007, a unanimidade dos docentes presentes na Plenária manifestam publicamente sua compreensão de que os acontecimentos no CEP caracterizam um estado de crise na gestão político-pedagógica e administrativa da Instituição; que essa crise precisa ser superada para que o CEP como escola pública cumpra efetivamente a sua função social e oferecer ensino e aprendizagem dos conhecimentos científicos e culturais acumulados pela humanidade em um ambiente ético, democrático e respeitoso; que o CEP deve se caracterizar por um espaço onde se cultive o “pluralismo de idéias e concepções pedagógicas”, o “respeito à liberdade e apreço à tolerância”, a “valorização do profissional da educação escolar”, seja ele pedagogo, docente, técnico ou em quaisquer outras funções dentro do ambiente escolar e a “gestão democrática do ensino público”, tal como define a Lei 9394/96. Entendem ainda os signatários deste documento que o cumprimento dessas definições legais é incompatível com um ambiente onde a atual crise de gestão político-pedagógica e administrativa no CEP é materializada entre outros fatos pela violação de direitos ao trabalho e ao exercício da função educativa e didático-pedagógica, motivadas estritamente por perseguições político-ideológicas,….

Observem que esta carta é de 2007, já naquele ano se pedia a solução para o CEP. O governador manteve a Madselva, aumentou a repressão e agora disse na escolinha de governo que se pudesse fechava o CEP,mas de quem é a responsabiliddae pelo que está acontecendo lá????

beatriz Quarta-feira, 2 de Dezembro de 2009 – 13:53 hs
Primeiro que os agressores não eram seguranças..eram professores. eu estudei no CEP nos 3 anos e no último dia de aula eu pulei na piscina também, eu e mais uns 100. eles sabem que os alunos pulam mesmo.. realmente os alunos poderiam de responsabilizados ou receberem uma advertencia, porém nada justifica a agressão, pois como mostra o vídeo o aluno saiu da piscina e não fez nada contra o agressor, além do que o aluno é de menor e tem o seus direitos.. esses agressores devem ser punidos pois o que eles fizeram foi de ordem criminal, não tem justificativa.. os professores devem educar os alunos e não agredir..a escola é dos alunos e como forma de comemoração todo último dia de aula os alunos pulam na piscina, sempre foi assim. Desde que essa diretora entrou no colégio ele não é mais o mesmo, isso é erro do governador Requião que coloca a mulher, a cunhada para esses cargos, ela é uma pessoa autoritária e não sabe administrar um colégio, tempos bons os que eu estudei no CEP, agora ou mudam essa diretota e esses professores que se acham no direto de agredir ou a fama do colégio que ja está ruim vai ficar ainda pior… QUE SE FAÇA A JUSTIÇA.

Guilherme - Aluno do CEP Quarta-feira, 2 de Dezembro de 2009 – 18:01 hs
É lamentável que a maioria dos comentários feitos acima, nos clasifiquem como baderneiros, vagabundos, marginais, indelinquentes, etc.
Não digo que 100% dos alunos do CEP estão na escola para realmente usufruir o que ela nos oferece, ou o que ela deveria nos oferecer.
Desde os primórdios do CEP, o ato de pular na piscina no fim do ano letivo é comum, faz parte do calendário escolar praticamente.É um momento de despedida para aqueles que estão saindo, de descontração para aqueles que foram aprovados e ficarão mais um ano naquele colégio. Nunca ninguém morreu, por causa disso, pois apesar de muito dos Senhores( conservadores, que não pisam em um colégio há anos) nos julgar como baderneiros, etc, os adolescentes tem juízo sim, respeito pelos os funcionários, professores, etc.
Garanto que vocês ao serem tratados com repúdios ditatoriais, falta de respeito, ser minimizado como aluno/professor, não aguantariam tudo entalado na garganta por muito tempo.
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Pode-se perceber no vídeo que os alunos só saíram correndo da piscina, pois os ditos ”diretores” estavam chegando(isso deixa claro como a figura do diretor é vista no meio de nós estudantes).
Em anos anteriores os pulos na piscina também ocorreram,sob o auxíio dos professores de Ed. Física que vigiavam os alunos, e tudo deu certo. Agora a Diretora Madselva vem falar para a rpc.com.br que isso não ocorreu nos anos de 2007 e 2008, é muita cara de pau dela. Desde sempre os alunos pulam na piscina nos últimos dias de aula, e nunca foram imobilizados por nenhum diretor(ou um membro do BOPE, entendam como queiram) ou fotografados por nenhuma professora( professora essa que incitou os atos de violência, chamando os alUnos que protestavam do lado de fora da piscina para um ”round”).
Ainda bem que existem exceções na diretoria como a do Prof.: Luiz Cláudio, diretor auxiliar do turno da manhã, que sempre nos tratou com muita educação e respeito acima de tudo, e a contrapartida dos estudantes foi ao mesmo nível, pelo que pude perceber ao longo de 2009,ano em que ele assumiu o cargo.

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Convido aos senhores que falaram acima que se fossem seus filhos, lheS dariam boas palmadas,ou aos senhores que nos julgam sem ao menos nos conhecer, ou melhor, nos conhecendo apenas em um vídeo ou em uma notícia ou outra onde os nervos da galera estão a flor da pele, e nos classificam como marginais, ”aborrecentes”, e demais adjetivos que não se faz necessário citar aqui.
Então,eu os convido a passar uma semana naquele colégio, frequentando os corredores, as salas , o intervalo, para verem que os ditos “vândalos” são a minoria , e que a maioria ainda têm um sonho, quase utópico, de uma escola um pouco melhor, sem ditadura, sem autoritarismo, onde os alunos e professores possam rir e estudar com tranquilidade, onde os alunos, professores e funcionários possam expressar seus ideiais sem qualquer tipo de represália, ou processo.

Queremos uma escola melhor, onde possamos pular na piscina sim, civilizadamente,mas, sobretudo, onde possamos ser felizes e bem preparados para a Universidade.

Parabéns aos professores que apoiaram e apoiam as DIRETAS no CEP: Wanderley, Malu, Rubens, Cleusa, Mauro, Rosa , e tantos outros que ainda veem uma luz no fim do corredor do CEP. É de pessoas como vocês que o CEP precisa, e não de diretores faixa preta em alguma arte marcial, ou de uma diretora geral com um pensamento unilateral . . .

Senhores conservadores, para a tristeza de vossas senhorias, a educação não é mais feita através de cintadas, palmadas, tapas,etc. Ela é feita através de diálogos, entre pais e filhos, professores e alunos, e assim por diante.

Atenciosamente,

Um aluno que tem orgulho de ter estudado de 2007 a 2009 no CEP.
Apesar dos pesares, saio de cabeça erguida deste colégio que me proporcionou tantos amigos, professores de qualidade, professores desqualificados, tanta educação, tanto prazer, tantos momentos felizes na sala de aula ou na piscina, tantos momentos de revolta contra a MADitadura que infelizmente ainda impera no tão querido CEP.

Abraços

Acredite nos jovens!